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Doenças evitáveis por vacinas
 

Fontes:
Sociedade Brasileira de Imunizações - Sbim - https://sbim.org.br/
Center of Diseases control and Precention - CDC - https://www.cdc.gov/
Sociedade Brasileira de Pediatria - https://www.sbp.com.br/

PNI- Programa Nacional de Imunizações - http://www.blog.saude.gov.br/index.php/entenda-o-sus/50027-programa-nacional-de-imunizacoes-pni

 

Desde a primeira vacina contra varíola, desenvolvida por Edward Jenner, em 1796, muitas doenças infecto-contagiosas passaram a ser prevenidas e até erradicadas entre a população humana.

 

Como pais, nosso maior desejo é poder ver nossos filhos crescer saudáveis e por isso procuramos todas os meios para que contraiam menos doenças.

 

Vacinas previnem, controlam a podem erradicar essas doenças e podem ajudar nossos filhos a se desenvolverem saudáveis.


Devem ser administradas por médico ou profissional de enfermagem especializado, somente em clínicas especializadas em vacinação, postos de saúde e hospitais.
Consultórios pediátricos, desde 2000, não têm autorização da ANVISA para realizar vacinações.

O fornecimento de carteira prória de vacina própria é obrigação das clínicas de vacinas, com as devidas licenças explícitas na capa, além de anotações dos lotes, data da aplicação e assinatura e carimbo com os registros dos responsáveis pela imunização.

O acondicionamento de vacinas deve ser realizado em câmaras frias apropriadas e a presença de gerador automático garante a manutenção da integridades das vacinas, mesmo em para situações em que ocorre falta de energia elétrica.

O transporte de vacinas também deve ser realizado em caixas térmicas com termômetros próprios para o exato controle da temperatura e sua manipulaçÃo deve ser devidamente treinada, para que não haja contaminação ou alteração no volume e na temperatura.

 

Desde que sejam respeitados todos esses critérios, não há razão para  se ter receio de vacinas.  As vacinas atuais são muito seguras e raramente acarretam reações, que, geralmente são leves e tratéveis. 

 

 

Doenças evitáveis por vacinas

 

Tuberculose

Hepatite B

Tétano

Difteria

Coqueluche (Pertussis)

Poliomielite

Doenças pelo Haemophilus b (otite, pneumonia, meningite)

Doenças pelo pneumococo( otite, sinusite, pneumonia, meningite)

Doenças pelos meningococos (meningites)

Sarampo

Caxumba

Rubéola

Vacicella (catapora)

Hepatite A

Rotavírus

Gripe e complicações

Câncer de genitais, cabeça , pescoço, ânus e reto

Zoster

Febre amarela

Dengue

 

 

HEPATITE B

 

Causada pelo vírus da hepatite B.

Transmitida por sexo, contato com sangue (usuários de drogas), secreções contaminadas (manicures, podólogos, tatuagem),  e também por transmissão materno-fetal, pela circulação placentária, durante a gestação

Acarreta infeção no fígado, com icterícia (cor amarelada nos olhos e na pele), dor abdominal, diarréia, fezes esbranquiçadas, urina escura (cor de chá mate), cansaço, perda de apetite, emagrecimento e vômitos.

Pode se tornar crônica e permanecer assintomática por muitos anos, evoluindo para cirrose e câncer de fígado.

A cada ano, morrem de 3000 a 5000 pessoas por hepatite B


TUBERCULOSE

 

Causada pela bactéria Mycobactrium tuberculosis

Transmissão do adulto a crianças pequenas, pela respiração, principalmente em locais com grande contingente de pessoas e locais fechados, entre pessoas da família.

Manifesta-se com tosse persistente, falta de ar, cansaço, emagrecimento, chiado no peito, podendo evoluir para escarro purulento e com sangue e até o óbito


TÉTANO

 

Causado por bactéria (Clostricium tetani),

Transmitido por ferimentos contaminado, e em recém-nascidos, pode se transmitido por equipamentos não devidamente esterilizados em parto, acarretando o tétano neonatal.

03 semanas após o ferimento,  ocorre contratura intensa em todo o corpo, com espasmos dolorosos e   incontroláveis da mandíbula e do pescoço, que pode até fraturar os ossos,  incapacidade para se movimentar e comer e morte em 10 dias.

Tétano não tem cura

 

 

DIFTERIA

 

Causada por bactéria (Corynebacterium diphtheriae)

Dor  e secreção na garganta, rouquidão, febre

Se não for rapidamente diagnosticada e tratada, sua toxina poderá acarretar complicações como insuficiência cardíaca e  paralisia

01 em cada 10 pessoas morrem por difteria
a única forma de prevenção é a vacinação.


COQUELUCHE (tosse comprida ou pertussis)

 

Causada por bactéria (Bordetella pertusis), transmitida geralmente de adultos para bebês pequenos e recém-nascidos (pais não vacinados a seus bebês)

Seu sintomas iniciais podem ser parecidos com resfriado comum

Posteriormente, evolui para tosse em crises, que pioram ao chorar, falar, comer, beber, com respirações rápidas e ofegantes e sons parecidos com ruído de guincho após crise de tosse.

Bebês pequenos podem evoluir para insuficiência respiratória, convulsões, encefalite e morte.

Pais e pessoas que têm contato com bebês devem se vacinar para evitar a transmissão. Adultos, quando contraem coqueluche, podem evoluir para encefalite.


PÓLIOMIELITE

 

 

Causada por vírus que é transmitido por via oral-fecal, água e alimentos contaminados

Causa paralisia perene, com deformidade de membros inferiores, dificuldade ou inabilidade para andar,  insuficiência respiratória e morte.

A pólio está atualmente erradicada no Brasil, mas pode voltar, devido à opção de muitos pais, de não vacinarem seus filhos

Não tem cura e pode ser prevenida somente pela vacinação


ROTAVÍRUS

 

Causada por vírus intestinal.

Diarréia aguda, com desidratação, principalmente em crianças pequenas

Tem um alto índice de internações hospitalares e óbitos

 

 

DOENÇAS PELO HAEMOPHILUS b  - Hib

 

Causada por bactéria

Acarreta otite, sinusite, artrite, pneumonia e meningite

Infelizmente, ainda morrem muitas crianças de meningite por Hib, principalmente aquelas que não recebem reforços da vacina, que está indicado aos 15 meses. O risco da criança contrair infecáão pelo Hib vai até 06 anos de idade.

Uma em cada quatro crianças infectadas pelo Hib permanecem com sequelas neurológicas graves e uma em cada vinte crianças morrem pela doença.



DOENÇAS PELO PNEUMOCOCO


Causada por bactéria (Streptococcus pneumoniae)
Comuns no inverno e  início da primavera

Acarreta otite, sinusite, pneumonia e meningite com um alto grau de sequelas neurológicas graves e óbito.

Asmáticos, pessoas que retiraram o baço, portadores de síndrome de Down, diabéticos, e com imunodeficiências têm maior risco

Menores de 02 anos de idade e pessoas maiores de 50 anos  também são grupos de risco

 

HEPATITE A
 

 

Causada por vírus transmitido através da água e alimentos contaminados e também por relação sexual

Crianças pequenas têm maior risco.

Água de piscinas e do mar podem transmitir-la

Acarreta infeção no fígado, com icterícia (cor amarelada nos olhos e na pele), dor abdominal, diarréia, fezes esbranquiçadas, urina escura (cor de chá mate), cansaço, perda de apetite, emagrecimento e vômitos.

Crianças abaixo de 06 anos podem ter sintomas inespecíficos, como diarréia e vômitos (como enterovirose) o que pode retardar o diagnóstico e evoluir para complicações.

Cerca de 100 pessoas morrem por hepatite A a cada ano.


GRIPE

 

Causada pelo vírus influenza
Ocorre preferencialmente no inverno, mas no Brasil, pode ocorrer em todas as estações, principalmente pelo vírus A H1N1
Febre, coriza, espirros, dor de cabeça e garganta, dores musculares e articulares, tosse, insuficiência respiratória agudas

Pode se complicar com pneumonia e a síndrome respiratória aguda grave

Tem um alto índice de hospitalizações, principalmente em crianças menores de 04 anos, idosos, portadores de doenças crônicas (diabetes, insuficientes renais, cardíacos, portadores de imunodeficiências), asmáticos, pessoas que estão tratando o câncer, gestantes e obesos.

Muitos morrem devido ä síndrome respiratória aguda grave

 

 

SARAMPO

 

Causado por vírus (família Paramixovírus, gênero Morbilivirus)

É extremamente contagioso e sua transmissão ocorre pela respiração

Manifesta-se com febre muito alta, convulsões febris, tosse, lacrimejamento e olhos avermelhados, coriza, manchas esbranquiçadas na boca, manchas na pele (face e todo o corpo),  aumento de gânglios, dores musculares

01 em cada 10 crianças podem evoluir para otite, 01 em cada 20, podem ter pneumonia e 1 em cada 1000 pode desenvolver encefalite ( em adultos é mais frequente).

Infelizmente,  o sarampo está voltando a acometer crianças e adultos, com um alto índice de complicações e mortes, devido ã opção de muitos pais de não vacinarem seus filhos.

Sarampo mata cerca de um milhão de pessoas em todo o mundo.


CAXUMBA 

 

Causada pelo vírus da caxumba (da damília Paramixovirus)

Altamente contagiosa, pode acometer crianças e adultos não vacinados

Febre, dor de cabeça, inchaço no pescoço e bochechas (inflamação de glândulas salivares)

Caxumba leva ã meningite ( 01 a cada 10 crianças), encefalite, pancreatite ( que pode acarretar diabetes tipo I), inflamação dos testículos com esterilidade masculina perene) e mortes (01 a cada 10.000)


 

RUBÉOLA
 

Causada por vírus (Rubivirus)

Em geral é doença leve, com inchaço de gânglios do pescoço, febre e manchas pela pele

Seu maior risco se refere ä transmissão de gestantes aos seus fetos, durante a gestação.
Gestantes infectadas têm 80% de chance de transmitir a seus filhos a rubéola congênita, que se manifesta com retardo do sistema nervoso central, surdez congênita, catarata congênita e não tem cura.


VARICELA

 

Causada pelo vírus Varicella zoster e transmitida pela respiração ou proximidade das lesões de pele.

Acarreta febre, lesões vesiculares  na pele, com intensa coceira, pode deixar cicatrizes.

Pode se complicar com infecção bacteriana na pele e no sangue (síndrome do choque tóxico), pneumonia, encefalite.

Tem  alta mortalidade em menores de 12 meses.

Uma em cada três gestantes que contraem catapora, pode morrer pela doença, geralmente grave na gestação. Além disso, a gestante pode transmitir a catapora ao feto e recém-nascido (na forma de catapora congênitae também catapora neonatal, extremamente graves.

A primavera e final de inverno são estações de maior risco.


DOENCAS CAUSADAS PELOS MENINGOCOCOS (MENINGITES)

 

Causadas por bactérias (meningococos C, B, W, Y e A)

Acarretam sintomas iniciais inespecíficos, parecidos com enterovirose (febre, náusea, vômitos, sintomas gripais)

Após algumas horas, evoluem para rigidez de nuca, convulsões, manchas roxas na pele, podendo evoluir rapidamente ao choque infeccioso epara a morte.

Bebês não apresentam rigidez de nuca, mas febre alta, vômitos e muita irritabilidade, além de convulsões.


ZOSTER

 

Causada pela reativação do vírus Varicella zoster, que permanece latente no organismo de adultos que tiveram varicela (catapora) na infância.

Mais comum em pessoas após os 50 anos de idade
Complica-se em neuralgia pós herpética, com dor intensa em terminações nervosas, por muitos anos
Pode acarretar cegueira, se acometer os nervos oculares, paralisia facial (nervo facial), surdez, e outras complicações neurológicas graves.

FEBRE AMARELA

 

Causada por vírus (Arbovirus) etransmitida por picada de mosquito silvestre ou urbano.

Febre alta, dores nos olhos e de cabeça, diarréia, vômitos, dores musculares, manchas pela pele

Pode se complicar com sangramentos  (baixa de plaquetas), insuficiência hepática ou renal, encefalite e levar a óbito
 

 

 

VACINAS INDICADAS PARA CRIANÇAS

 

Crianças até 06 anos de idade têm indicação de 11 vacinas, que protegem contra 15 doenças:


Vacina contra Hepatite A: 2 doses, com 12 e 18 meses.


Vacina contra Hepatite B - 3 doses com o nascimento, 02 meses e 06 meses


Vacina contra Hib (Haemophilus influenzae type b) - 04 doses: 02, 04, 06 meses e reforço com 15-18 meses.


Vacina contra Gripe - Influenza -  indicada para todas as pessoas a partir de 06 meses de idade. É ima vacina anual. Crianças menores de 9 anos devem receber 02 doses da vacina na primeira vez que são vacinados ( nos anos seguintes, só 01 dose). Maiores de 09 anos, recebem uma dose anual.
 

Vacinas contra Doenças pneumocócicas -  Vacina Penumocócica 13 V - 04 doses: 02, 04, 06 meses e reforço com 12 - 15 meses e Vacina Pneumocócica 23 (indicada apenas para maiores de 02 anos de idade).
 

Vacina contra Polio -  05 doses: 02, 04, 06 meses e reforços com 12 - 15 meses e 04 anos de idade
Menores de 12 meses devem receber a Vacina injetável, pois não tem riso de acarretar paralisia vacinal (os vírus estão mortos ou inativos). Maiores de 12 meses podem receber a gotinha (vacina oral).

 

Vacina contra Rotavirus  - rede privada: 03 doses (02, 04 e 06 meses de idade)
                                          rede pública: 02 doses ( 02 e 04 meses)


Vacina contra Varicella (catapora) -  recomendada para todas as idades, mas, de rotina é realizada aos 12 e 15 meses (sempre em 02 doses). Adultos e adolescentes não vacinados na infância também recebem 02 doses com intervalo de 01 a 03 meses.


Vacina DTPa (Dipfteria, Tétano, e Pertussis, conhecida como coqueluche)
Pode vir combinada com outras vacinas, na forma de Hexavalente, Pentavalente, Tetravalente ou só DPTa (tríplice bacteriana acelular)

Vacina Hexavalente - 02, e 06 meses de idade (tétano, difteria, pertusis acelular + pólio inativada + Hib + Hepatite B)

 

Vacina Pentavalente - 04 meses e 15-18 meses (tétano, difteria, pertusis acelular + pólio inativada + Hib)
 

Vacina Tetravalente bacteriana - 04 anos (tétano, difteria, pertusis acelular + pólio inativada)
 

Tríplice bacteriana acelular - DPTa - 10, 15 anos e a partir daí, de 10 em10 anos (tétano, difteria, pertusis acelular)

 

Vacina tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola ( 12 e 15 meses e na adolescência ou vida adulta está indicado um reforço) 

Vacina tetraviral -  contra sarampo, caxumba e rubéola que também tem combinada com a vacina de catapora (varicela), em uma só aplicação ( indicada com 12 e 15 meses).

 

Vacina contra meningite B - menores de 01 ano de idade devem  receber 02 a 03 doses e um reforço entre 12 e 24 meses.
Crianças maiores de 12 meses até a vida adulta, 02 doses com intervalo de 01 mês.

 

Vacina contra meningite ACWY - menores de 01 ano de idade devem  receber 02 doses (03, 05 meses) e um reforço entre 12 e 15 meses. Maiores de 01 ano, adolescentes, adultos, recebem 01 dose a cada 05 anos

 

 

Dra. Maria do Carmo Duarte Oliveira
Médica Pediatra e Responsável Técnica

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