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Protocolo da Dor 

A Clínica de Vacinas imunity, cujo objetivo social é a Vacinação Segura e Eficaz, adota o Protocolo da Dor Aguda Pediátrica para a uma maior tranquilidade, conforto e menos dor durante a aplicação de vacinas e o exame Trec Krec.
Para isso, nossa equipe se atualiza constantemente através de revisões bibliográficas baseadas em evidências científicas, sempre preocupada em proporcionar, não somente a proteção, mas também  uma maior adesão a vacinações, por parte dos pais de nossas crianças. 
Muitos pais têm receio da dor que a criança possa sentir durante vacinas ou coletas de sangue e passam por situações de stresse e apreensão quando chega o momento de vacinar seus filhos.
Cabe a nós, profissionais especializados em imunizações, nos aprimorarmos cada vez mais para colaborar com uma maior cobertura vacinal, evitando o atraso am vacinações que são fundamentais, para a prevemção de doenças infectocontagiosas graves e melhor qualidade de vida para nossas crianças, adultos e idosos.



Técnicas para alívio da dor dutrante a vacinação, que são empregadas na Clínica de vacinas imunity

Recém-nascidos e lactentes

1- Amamentação


Quando possível, essa técnica é a primeira escolha comoc medida não farmacológica para alívio de dor em bebês, durante procedimentos como aplicação de vacinas e coleta de sangue, desde que a mãe se sinta confortável e segura para fazê-lo. A equipe da Clínica de Vacinas imunity, previamente orienta e tranquiliza as mães para conscientizá-las de quanto essa técnica é importante e segura, e que não traz correlação entre dor e o processo de aleitamento, mas sim de conforto e tranquilidade para o bebê.

É importante que  se inicie pelo menos 5 minutos antes da vacina, não devendo ser interrompida durante a aplicação.

1- Contato pele do bebê com a pele da mãe; outra importante estratégia para alívio da ndor da vacina

Quando o bebê está no colo da mamãe, ele se sente mais seguro, aquecido, consegue sentir o seu odor e o odor de seu leite,  e isso diminui o estímulo da dor. Nossa equipe corienta os pais a sentir e verbalizar pensamentos positivos com relação à vacina, como benefício para o bebê e para seu futuro. 
Estudos científicos comprovam que essa verbalização pode resultar em prazer ao bebê, tranquilizando-o e com isso ele tem menos dor.

Todos os bebês podem participar desta técnica, com exceção deaqueles que têm as seguintes condições clínicas:
- bebês com gastrosquise (alimentação com sonda diretamente no estômago) e que nasceram com mielomeningocele, condições cirúrgicas que impedem esse procedimento.


Dra. Maria do Carmo Duarte Oliveira
Pediatra, Neonatologista e Responsável Técnica
Clínica de Vacinas imunity®

 

3-Sucção não nutritiva (SNN)

A sucção não nutritiva, além de ajudar na estimulação oral do bebê, é muito útil para o alívio da dor. 
Essa técnica pode ser feita com a chupeta ou com dedo enluvado (utilizamos luvas sem latex), previamente higienizados e antecipadamente orientamos os pais. 

Cinco minutos antes da aplicação, pedimos aos pais para oferecer a chupeta ou o dedo enluvad e o alívio da dor ocorre mais comumente após o bebê efetuar no ,ínimo 30 sucções por minuto..  É importante que a É importante salientar que adotamos essa técnica somente para o alívio de dor em vacinas, e não indiscriminadamente. O procedimento é rápido e devidamente documentado  na ficha de registro de cada pacientes

4- Protocolo de anestesia tópica

 

É mais uma opção para  a diminuição da dor durante a vacinação e punção venosa.
O anestésico tópico é administrado com prescrição médica e autorização dos pais. 
Trata-se de procdedimento seguro, e nossa equipe de enfermagem está devidamente treinada, mas exige um tempo para sua ação, devendo-se aguardar cerca de 20 minutos antes da aplicação da vacina.

Dra. MAria do Carmo Duarte Oliveira
Pediatra Neonatologista e responsável Técnica

Clínica de Vacinas imunity
 

Referências Bibliográficas

1. Cignacco E, Hamers JPH, Stoffel L, van Lingen RA, Gessler P, McDougall J, et al. The efficacy of non-pharmacological interventions in the management of procedural pain in preterm and term neonates. A systematic literature review. Eur J Pain. 2007;11(2):139–52.
 

2. Santos ACA. A vivência materna no contato pele a pele para alívio da dor em prematuros submetidos ao teste do pezinho em unidade neonatal. Universidade de São Paulo; 2015.

3. Castral TC, Warnock F, Leite AM, Haas VJ, Scochi CGS. The effects of skinto-skin contact during acute pain in preterm newborns. Eur J Pain. 2008 May;12(4):464–71.

4. Leite AM, Castral TC, Scochi CGS. Pode a amamentação promover alívio da dor aguda em recém-nascidos? Rev Bras Enferm. 2006;59(4):538–42. 15. Saeidi R, Asnaashari Z, Amirnejad M, Esmaeili H, Robatsangi MG. Use of ―kangaroo care‖ to alleviate the intensity of vaccination pain in newborns. Iran J Pediatr. 2011 Mar;21(1):99–102. 1

5. Linhares MB, Doca F. Dor em neonatos e crianças: avaliação e intervenções não farmacológicas. Temas em Psicol. 2010;18(2):307–25.

6. Saeidi R, Asnaashari Z, Amirnejad M, Esmaeili H, Robatsangi MG. Use of ―kangaroo care‖ to alleviate the intensity of vaccination pain in newborns. Iran J Pediatr. 2011 Mar;21(1):99–102.

7. Santos ACA. A vivência materna no contato pele a pele para alívio da dor em prematuros submetidos ao teste do pezinho em unidade neonatal. Universidade de São Paulo; 2015.